Archive for janeiro \30\UTC 2008

E o Fluminense engrenou?

janeiro 30, 2008

Vamos esperar. Ontem o trio atacante funcionou. 2 do Washington, 1 do Leandro Amaral e 1 do Dodô.

Enquanto isso, lá trás, Thiago Silva e Luis Alberto vão dando conta na medida do possível, pois a bomba estoura tudo lá trás. E de goleiro, o Flu continua mal. FH é péssimo, mas o Diego não fica muito atrás. Nunca gostei dele desde o tempo de Atlético-PR, mas era uma esperança pra gente quando tínhamos o FH falhando a cada dois jogos.

Alô, Celso Barros, contrate um goleiro de verdade!

Até sexta-feira. Acho que estarei no Maraca. Só não irei se pintar uma viagem pro Carnaval.

Flurrasco + Flutebol Fluonline

janeiro 28, 2008

Muito bom voltar a encontrar uma turma do Fluonline (www.fluonline.com.br) que eu não encontrava há um bom tempo, mesmo com a chuva, e com a bola perdida após eu sair. Mas valeu a pena.

Estão falando em marcar outro encontro para quando os exilados  do ES, MG, BA, SP, SC, GO, PE, CE, RN e BSB (não sei se estou esquecendo de alguém) vierem para o jogo de estréia do Fluzão na Libertadores.

Em tempo: maldito calango Setúbal, que trouxe a chuva e ainda um empate com o “poderoso” Macaé.

Abaixo uma pequena amostra, com alguns participantes do encontro.

fluonline-flutebol-3.jpg

Fluminense 2 x 2 Macaé

janeiro 28, 2008

Parecia uma tragédia anunciada, mas que ainda dá tempo de reverter. Já havia colocado que o Flu corre muito perigo com essa insistência nesse esquema, só para não ferir o ego das 3 “estrelas” do nosso ataque.  Não é possível que o Renato não enxergue que não dará certo isso. Já teve mostras, mas continua insistindo. Para piorar, ainda vamos de Gustavo Nery (outra tragédia altamente anunciada) tendo como companheiro o Gabriel, que tem enganado parte de nossa torcida por causa de seis meses de bom futebol em 2005. Isso sem falar da invenção chamada Ygor.

Ainda dá tempo.

O Liceu Nilo Peçanha

janeiro 26, 2008

Houve um tempo que bastaria colocar esse nome, aliás nem o nome do Liceu, bastaria LICEU e não precisava de mais nenhum explicativo, pois o Liceu era o Liceu e pronto.

Estudei no período de 1977/1979, mas quando estava no Primário já acalentava o sonho de fazer o Ginasial (hoje o segundo ciclo do Ensino Fundamental) no Liceu, pois via minhas primas estudando lá e esperava chegar a minha vez. Mas houve a Reforma de 1972, e com isso o Liceu decidiu acabar com o seu Ginasial, ficando só com o Científico. Assim, como que estivessem me visando, quando eu ia entrar na 5ª série, o Liceu acabou com a 5ª série, fui pra sexta e o Liceu tinha acabado com a sexta, e assim por diante, continuei no Grupo Escolar Raul Vidal, depois Escola Estadual Raul Vidal da primeira à oitava série. Foi nesse ano, 1976, que fiz minha prova de Seleção. Achei que seria fácil, pois eu era um bom aluno em quase todas as matérias, mas foi só eu olhar o programa das matérias para a prova, principalmente a de História, e vi que seria difícil, pois não sabia muita coisa que seria pedido. Veio o dia da prova, e meu temor se confirmou, e a prova foi bem difícil. Até as provas de Matemática, matérias que eu tinha mais facilidade, foram difíceis, mas as provas de Ciências e História devem ter precipitado minha queda de cabelos… rs Achava que não iria passar. Quando terminavam minhas aulas, eu trabalhava como ajudante de meu tio em reformas de casas. Lembro do dia que saiu o resultado da Seleção, e que quando terminei meu dia de trabalho, vinha com meu primo Eduardo caminhando pela Avenida Amaral Peixoto, e pedi a ele que me  esperasse pois eu iria entrar no pátio do Liceu para saber do resultado.  Quando vi meu nome, fiquei feliz, e, sinceramente, um pouco surpreso.

E assim passei 3 anos lá, com muitos amigos. Chegava em dezembro, trabalhava com o meu tio. Só numa das férias que mudei, trabalhando numa loja de plantas em Icaraí. Chegou o final de 1979 e, infelizmente, perdi contato com muita gente. Com alguns eu ainda mantive  contato por alguns anos, seja pessoalmente, ou por carta, e outros fui reencontrando esperadicamente pelas ruas de Niterói.

Nesta sexta, voltei ao Liceu com outros Liceístas, de décadas diferentes, 50/60/70 e até dois alunos que farão o terceiro ano em 2008. Pessoalmente só conhecia o Beto, com o qual já havia tomado um chopp num encontro de liceístas, enquanto os outros só conhecia pela internet, na comunidade do Liceu do Orkut. Após alguns passeios por dentro do Liceu, levando os amigos a alguns lugares, junto com a professora Amim, que leciona atualmente no Liceu, e que nos acompanhava, encontramos a famosa Dona Adelaide. Dona Adelaide ficou famosa na comunidade do Liceu após ser personagem de um relato de um liceísta, o Carlos Tibau, que foi visitar o colégio e acabou sendo levado por ela até o arquivo central, com as pastas dos alunos. Ela se demonstrou tão prestativa, e tão cuidadosa com a história do Liceu, que foi homenageada por todos, sendo até chamada de Santa Adelaide.

Hoje, ao encontrá-la, ela nos chamou também ao Arquivo.

Todos que lá estavam conseguiram encontrar suas fichas, e até olhamos outras fichas. A Vera, hoje advogada, mesmo sendo daquelas mulheres bem fortes, chorou. Nelma,  chorona de carteirinha, até que soube se segurar. Beto e suas pesquisas nos livros de registro e pastas de vários amigos do ano de 1987. Eu, por ficar ajudando os amigos a procurarem as fichas e de outros, acabei não procurando muito. Dona Adelaide até se surpreendeu pela minha desenvoltura pelo Arquivo, não sabendo ela que a desenvoltura se devia por forças do trabalho, e por visitar muitas bibliotecas.  Mas pelo menos consegui achar, além da minha ficha, a de meu primo e de duas amigas. Queria ter olhado muitas outras, mas deixa para um outro dia.

Foram horas que passaram rapidamente, e nem senti o tempo passar.

Ainda quero ver as fotos, e vou enviar duas fotos para duas amigas.

E agora lembrei que passei um dia inteiro, e não escrevi nada do que disse que tinha que escrever.

Enquanto isso, o Fluminense

janeiro 24, 2008

O Fluminense consegue sua segunda vitória sobre o desconhecido Duque de Caxias.

De virada, 3×2. Jogo difícil, como eu esperpava, pois o time da Baixada vinha de uma goleada em Edson Passos sobre o time do América.  Incrível como o Flu vem fazendo gols bonitos. No primeiro jogo foram dois golaços, do Thiago Neves e outro do Cícero. Ontem tivemos um golaço do Leandro Amaral e outro do Thiago Silva. O único gol normal foi o do Washington. Continuo um pouco preocupado, mas esperançoso, em relação a esse ano de 2008. Preocupado por causa desse esquema, como se o Renato tivesse uma obrigação de colocar os 3 atacantes, Leandro, Washington e Dodô, para evitar uma briga no elenco. Com isso ele está deixando o meio um pouco vulnerável. Bem, ele que é pago para arrumar soluções.  Outro motivo de preocupação é o gol, pois nem Fernando Henrique nem Diego me deixam sossegado. Que o Deus Thiago Silva  junto com seu fiel escudeiro Luis Alberto, possam jogar todas as partidas e segurar a barra lá trás, pois os dois goleiros não dão tranqüilidade a nenhum torcedor.

Próximo jogo é contra mais um time desconhecido: Macaé. O jogo é no sábado, dia do Flurrasco e Flutebol do Fluonline, e eu estarei lá. Só não sei se irei ao jogo.

Segundo dia do blog – um bom começo

janeiro 24, 2008

Estou me familiarizando com isso aqui. Hoje descobri que 11 curiosos visitaram o blog, mas como não houve nenhum comentário, fico sem saber se não gostaram ou se foi timidez.

 Bem, estou de férias, e estou levando uma de minhas decisões de término do curso de Letras, de ler não somente aquilo que a academia me pedia. Comecei relendo Dom Casmurro, mas minha intenção é ler alguns dos livros que tenho na estante, mas nunca encontro tempo de ler.

Mas tenho algumas tarefas. A primeira é escrever uma carta para incluir no convite da formatura. Vou falar sobre o Luciano, grade amigo. E outra tarefa mais árdua, é escrever um texto, na verdade um livro, para o concurso literário “Barco a Vapor”, de uma editora espanhola, Edições SM. Eu iria escrever junto com o amigo Benito, mas como ele está envolvido com o projeto de qualificação para o Doutorado, terei que fazer sozinho. E o livro é um texto voltado para o público infanto-juvenil, e eu terei que escolher a faixa etária para a qual eu concorrerei.

 Já vi que terei que arrumar  muito tempo para isso.

Quero também assisti a alguns filmes. Como sou pão duro, o Arte UFF continuará sendo meu habitat predileto, e nada ou quase nada de Cinemark.

Uffa. Pelo menos garanti um segundo dia do blog.

Do Blog

janeiro 22, 2008

Agora que eu expliquei o título, passo a escrever o blog. Antes disso, porém, digamos os motivos que me põem a mão no teclado. (sim, eu estou repetindo quase que literalmente o Bento Santiago no segundo capítulo do já citado Dom Casmurro)

Venho com esse projeto de ter um blog há muito tempo, mas sempre falta-me tempo ou excede-me preguiça. Alguns amigos que conheci pela internet, além de uma prima que mora em Montreal, e que já têm os seus blogs e fotologs me incentivaram e continuam a me incentivar a também escrever um.  Como eu tinha um outro projeto, de voltar a escrever contos e de depois escrever até um livro, e que depois de anos e anos eu finalmente passei para o “papel” o que antes só ficava na minha cabeça, decidindo escrever um conto para participar do concurso literário da UFF, acabei me estimulando a botar pra frente o projeto blog. E dando o impulso final, um blogueiro do Lancenet entrou em contato comigo dias atrás dizendo que gostara de uma história que eu havia postado no Orkut sobre um dia em que eu estava na Geral do Maracanã, num jogo do Flamengo e cuja vitória do rubro-negro era de interesse para o Fluminense. Daí, ele me pediu autorização para postar a história em seu blog. Após ser publicado (http://www.lancenet.com.br/blogs_colunistas/arquiba/ – “Tricolor em Território Rival”), alguns amigos que leram a história me falaram que eu poderia escrever muitas outras histórias de meu longo tempo nas arquibancadas do Maraca. Como um outro amigo tambem teve sua história publicada no mesmo blog, logo após a minha, pensei em ter um espaço de histórias de torcedores.

Não irei escrever unicamente sobre um assunto. Devo postar muita coisa sobre literatura, alguns textos que eu vier a escrever, talvez textos de amigos que me autorizem a aqui postar, textos sobre futebol, principalmente envolvendo o Fluminense.  Só não sei a periodicidade. Mas vou tentar ser o mais constante possível.

 Bem, já dei a largada e que ao menos meus dois leitores leiam este blog.

Do Título

janeiro 22, 2008

Vou imitar Machado no Dom Casmurro, explicando inicialmente o motivo do título deste blog. Não sei quanto tempo esse título permanecerá, assim como não sei quanto tempo o blog ficará no ar. Da permanência do título, vai depender do meu humor ou mesmo de eu achar que ele ainda está no meu gosto. Da permanência do blog, depende se continuarei com disposição e tempo em escrever.

Bem, vou parar de enrolar e explicar logo a razão do título.  Um dia destes, depois de correr na praia com meu amigo Benito, quando sempre paramos para conversamos sobre a UFF, Literatura, futebol e outros temas (aliás, conversamos também enquanto corremos), lembrei do Professor Ricardo Cavaliere que, numa de suas aulas de Português VII, comentou sobre um americano que assistia a uma palestra em português. Ele conhecia o suficiente do nosso idioma para poder conversar, mas quando aparecia uma expressão popular ele se perdia. Pois então, de repente um aluno que não concordou com algo dito na palestra, se exaltou e resmungou: “Neguinho é fogo”.  O professor que acompanhava o americano, percebeu a dúvida do americano sobre o que o aluno falara, e ficou imaginando se o gringo faria o que muitos brasileiros costumam fazer ao tentar traduzir do inglês para o português, ou seja, traduzir ao pé-da-letra, e imaginou-o se perguntando “Little black man is fire? What is that?”.

Bem, a história contada pelo professor pode não ter sido exatamente como a que eu descrevi, assim como o professor Cavaliere pode também ter colocado algumas doses de imaginação ao seu relato, mas como o que me veio à mente foi isso, fica decidido que é a mais pura verdade.  Mas o que importa é que a expressão Little black man is fire acabou aparecendo em muitas outras brincadeiras que presenciei, principalmente de alunos de Inglês que adoram brincar fazendo essas “traduções”.  Se alguém achar que o título do blog representa algo do que escreverei ou sobre mim, está redondamente enganado. É apenas uma expressão boba, mas que tem lá o seu apelo de humor.  Nada  mais.

Hello world!

janeiro 22, 2008

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